Wednesday, 19 May 2010

quero mais ''ois'' e menos tchau. quero mais pessoas que amem, quero mais conversas sem sentido. quero mais sorrisos, quero mais chuva, quero mais cabelo ruim. quero mais que tudo se exploda, quero ter quem eu amo perto de mim, quero mais abraços sinceros. Quero ver logo que esse papo de ser feliz demora muito e que o importante é agora, o que vem depois agente conserta. quero mais que eu seja a última a ser esquecida, quero que minha cachorra pare de roer meu lápis de olho, quero mais sol. quero menos trânsito, menos cabeça quente, mais noites de risadas. quero mais saídas com as amigas, quero mais ouvir um ''eu te amo'' sincero, quero nunca mais esquecer que vinho e cerveja juntos não dão certo. quero mais mentiras se forem sinceras, mais livros bons, mais amores impossíveis, mais convites para lugares bons. quero mais tempo, quero menos preocupação. quero deixar pra lá o papo de viver no outono e passar a ser feliz cada vez que essa idéia passar na minha cabeça. quero poder anotar que mais de seis doses de tequila não caem muito bem com segunda-feira. quero que o mundo pare de girar pra ter tempo de fazer tudo antes do pôr-do-sol. quero mais viver nessa loucura e largar a tela do computador em casa.

Tuesday, 11 May 2010

me sinto na necessidade de dizer, dizer para alguém, para ninguém, para algo. sinto que preciso gritar isso para alguém algum dia ouvir antes que eu exploda. eu preciso, preciso. para você não poderei falar. para meu melhor amigo nada poderei falar. porque ele não é mais meu melhor amigo, porque ele não faz mais parte da minha vida, porque ele não existe mais. porque o que nós tinhamos era tão fragil que se quebrou à um grito. tudo que sobrava do que um dia fora uma amizade fugiu correndo as brigas ridiculas que chegavam para ocupar seu lugar. tudo oque um dia foi minha vontade de resgatar o que sentíamos se esvaiu ao ver que eu me esvai da tua vida.
nada posso dizer, nada quero dizer, nada tenho a dizer. Nada. é só mais um fim.
só mais um.

Monday, 3 May 2010

Tudo o que você precisa saber é que às vezes, mas só às vezes, eu penso em você.
Às vezes eu me lembro da sensação do seu abraço, da segurança de seus braços me envolvendo, do carinho que dispunhamos um ao outro. Só às vezes eu te quero aqui comigo, eu te quero sendo meu, querendo fazer com que nos apaixonemos. Só às vezes eu nos desejo juntos.
Às vezes o sol também brilha...

Wednesday, 28 April 2010

6 feet undergrond

Há uma memória dentro da minha cabeça ...
Parece que uma parte de mim está morta.
Eu deveria salvá-lo.. mas eu quero ver você se afogar ...
Não há nada que você possa dizer ou fazer ...
As palavras não significam nada quando seus lábios estão azuis.

Eu amo você... agora que você está a seis metros de profundidade.

Monday, 12 April 2010

Meu dom é ser sozinha

Estou com saudade de alguém, só não sei de quem.
sim, deveria tentar descobrir.
deveria perguntar a mim mesma como posso sentir sua falta sem saber quem você é.
mas tenho medo das respostas,
tenho medo da saudade que vira do que nunca foi.
Acima de tudo, tenho medo de descobrir você
e te descobrir não sendo meu.

Tuesday, 6 April 2010

Mal posso acreditar.

A falsidade rastejava a meu redor, pegajosa e perigosa. eu escorregava nela e me debatia no chão duro que me puxava para si. os olhos cheios de mágoas me fitavam de longe e mãos amigas estavam distantes demais para que eu as puxasse para mim. mal sabia se ainda haveria alguma ajuda ao fim de tudo. estava sentindo a ridicularidade pairar ao meu lado me encarando com os olhos em chamas e os lábios cerrados em linhas finas. independente do quanto eu apertasse meus olhos para não avistar as objeções, as imagens cercavam minha mente, mantidas fixadas em abstinência. podia ouvir suas vozes roucas e sombrias sussurrando em meus ouvidos tentando arrancar-me o que restou de minha razão. meus pés estavam presos pela neblina sombria que pairava acariciando meu rosto, mantendo-me ali imóvel. a raiva gotejava por meus olhos e atingia o chão como ácido abrindo crateras abismais. a incredularidade ria em meu olhar, tachando-me de louca tentando destruir a sanidade do impossível que passava por meus olhos. a visão tornava-se borrada e escura com o passar da respiração, da pulsação. mal podia manter-me desperta e tentando lutar. o ridículo puxou-me para si e ganhou a luta.

Thursday, 1 April 2010

Desistir? É. Ainda parece uma boa idéia. Pode ser que utilizando dela eu consiga secar as palavras que correm de meus olhos. Pode ser que seguindo as idéias que todos reprovariam, eu consiga reconstruir meu coração; quem sabe eu não consiga anestesiá-lo a ponto de não mais sentir. Nada. Nunca. Seria bom, seria ótimo, seria perfeito. Camuflar os sentimentos já esta se tornando impossível, já esta sendo um fardo maior do que era. É um peso que eu não agüento carregar, o mundo se tornou pequeno em comparação. Parece tão ridículo ter que me calar e fingir esquecer enquanto as palavras saltam loucamente de meus lábios. Pode parecer, mas não é. Assim eu evito que meu coração se expresse, eu evito que ele grite, que ele me envergonhe perante o nada. Perante a mim. Melhor deixar a noite se estender a minha frente do que ter que me cegar a luz do sol. O frio da noite me aquece, me queima por dentro. As palavras surdas no escuro anestesiam a dor. Com o sol é diferente, com o calor dos abraços apaixonados tudo dói mais. Não quero voltar a sentir. Preciso me prender na escuridão, no silêncio, longe dos olhares que julgam calculadamente. Não vou cair cada vez mais, mantenho preferência por não chegar ao fundo do poço. Minhas forças para a subida teriam se esgotado na queda.
Isso que escorrem por meus olhos? Chamam-se lágrimas. E você nunca as teve.

Sunday, 14 March 2010

Ela mantinha a cabeça baixa e os olhos fechados. o vento soprava ao lado das janelas trancafiadas do cubículo. suas mãos estavam tremulas, a respiração desesperada. haveria esperança para ela? haveria alguém a esperando quando emergisse do desespero? a vida se afastava dela, era tarde demais. o mundo estava longe, porém ela podia tocá-lo sem senti-lo. a voz falhava de acordo com as palavras e com as lágrimas que lhe corroíam o fôlego. um ultimo fragmento de luz do sol se debatia em seus olhos, guardados como lembrança. as luzes falhas dos postes que iluminavam a rua sombria piscavam, as folhas se debatiam com vida ao serem pisoteadas pela solidão chegando devastadora, não havia cor alguma lá. o preto e branco dominavam seu olhar, escureciam todas suas lembranças. os gritos passados ecoavam distantes pelas portas desertas das casas em pedaços. o fogo ardia a seu lado, mas não surtia efeito contra o frio, contra a dor devastadora que lhe congelava o peito. cerrava os olhos. as imagens lhe perturbavam a mente, esquadrinhavam os borrões em círculos paranóicos.as mãos levantavam-se lentas e mortiças para o lado do rosto, tentando tapar os ouvidos e conter as lágrimas. os lábios ressequidos produziam suspiros ao invés de gritos ensurdecedores. via por detrás das pálpebras cerradas um ponto de cor ser pisoteado até tornar-se um pingo de tinta. tomava-o nas mãos e chorava sobre ele, apagando a luz do sol com as lágrimas salgadas que lhe escorriam pelo rosto triste. a morte passara por ela mas recusara-se dar ao trabalho de carregar tal alma.

Deixe com que eles te esqueçam.

Monday, 8 March 2010

shut up, shut up. i won't hear you :*

Em um lugar MUITO distante, havia uma tartaruga em um dia quente de verão. E ela era chick e exigia um banho na hidromassagem. Conversou com seu cachorro e ele a colocou lá delicadamente. Foi ligada a hidro e lançada lá dentro. Ela, sendo muito inteligente, insistia em ter esperanças de haver uma hidro melhor e pulou no ralo; foi parar no esgoto e passou a lutar pela sobrevivência com as outras tartarugas.

Passaram a nadar pelo esgoto, e desembocaram no mar (todo esgoto vai pro mar, Nemo. Boa sorte *pulo de peixe, peixinho laranja gritando AHHHH ) encontrando lá outras tartas e indo para a ILHA DAS TARTAS e não da Páscoa, dã. Acreditando viverem felizes para sempre. *oooown*

Passados dias e noites em claro bolando planos elas elegeram uma rainha, uma tarta-mor, a Mimimi. Foi assim por um longo tempo até... o Nemo chegar. Lie. Até o dog dono bad que jogou ela na hidro resolveu visitá-las, encontrando assim a tarta imperatriz Mimimi. Porémporémporém, as tartas cat-vice não sabiam das origens da rainha Mor, e amarraram o Dog e disseram que iam jogá-lo em uma mini-fogueira. Onde esta o Chapolim para nos defender?! Oh! *gritos aterrorizados* Só que elas levaram tempo demais para levar até a micro fogueira sensoal e as mini-cordinhas são arrebentadas. O nosso dog friend consegue encontrar sua tarta, que lembra-se dele e o coroa Rei de uma Ilha ao lado, e chama a minha tarta (logo será citada) para morar lá. Os dois tornam-se milionários.

Iniciam-se as gravações de LOST, na Ilha Ao Lado da ILHA DAS TARTAS. *ooooo* e a querida tarta Mimimi é eleita, por votação democrática e sapek –q , a atriz principal. Ao chegarem os cineastas super limdos para gravarem a versão Lost-paia deles. Mas, a minha tarta e o dog resolvem matar os caras e fazer a versão LOST muito mais foda, a maneira deles. A tarta (Mor, a principal da história) torna-se milionária e o dog com a Minha tarta dão o golpe da barriga (?) e roubam todo o dinheiro dela. Fogem e se reencontram, acumulando mais e mais dinheiro para assim matarem o Dan Radclif e o Bill.

Mudaram-se para Hollywood e passaram a fazer um programa clandestino ensinando a furtar grana de tartas milionárias e matar gente perdida em uma ilha desconhecida. Yeah, yeah. (?) É aberto um cabaré bem lhouco, são mortos todos os caras ricos. Adivinha por quem? Não, se você disse Peter Pan errou. Se disse Edward Cullen errou. Se disse “eu tia” errou. D: dó. Foi a tarta mor que sofreu o golpe da barriga. Ela era expert em assinaturas, e colocava somente a ela no testamento deles.

Não, ela não parou por ai. Abriu um reality show com todas as tartas furtadas. Para ganhar audiência, elas pagam b***uete tipo a Tessália gente e fica mais rica porque todos vão querer participar e todos são roubados.E para jamais ser descoberta, se esconde por trás de cascos e usa o nome dos assassinados das ilhas.

(continua...)


Moral da história: Poodles matam :*



to: minha tarta sedução, Jéssica Martins ♥

Saturday, 20 February 2010

Precisei de você como do ar para respirar;

Ainda penso que a inspiração nunca mais vai me voltar. que nunca mais irei amar alguém, simplesmente pelo fato de um dia ter sido deixada. pelo fato de a chuva cair todo dia sobre meus olhos, e o sol ser tampado por nuvens escuras. E invisíveis. chego a sentir falta de amar você, simplesmente por ter algo de amor para falar. não te amo mais, não amo mais escrever sobre nós. não mais.
tudo passou a tanto tempo que chego a duvidar que um tinha tenha acontecido, que um dia tenhamos existido juntos. pode ser que assim eu esteja certa, pode ser que eu tenha sonhado e que esteja sonhando até hoje; lembrarei desse sonho ao acordar? acordarei um dia e verei que sonhei comigo e com um amor impossível? isso virá a acontecer um dia, eu espero. as frases de amor me inundam os olhos, as lembranças me inundam a mente mas minha inspiração não volta. minha vontade de querer não vem mais. somente o passado que me faz querer gritar alguma coisa, mas as palavras se perdem na ponta de minha língua. por puro orgulho e falta, falta de alguém aqui comigo.

Se eu te amar serei feliz, mas sofrerei. se eu não te amar serei feliz, mas morrerei. o passado ainda vem a tona, não conseguirei deixa-lo para trás nunca.

Friday, 12 February 2010

Hoje acordei em um lugar distante, em uma casa diferente, em um lugar diferente. Meus olhos pareciam mudar o sentido das coisas e as deturpava de uma forma indiferente. Os pensamentos comuns não me ocorreram, e vi que não tinha para onde correr nem para onde fugir. as pessoas estavam ocupadas demais em suas próprias vidas para perder seu tempo com a minha. A rua dava para a direção oposta da qual eu deveria ter seguido. Palavras soavam estranhas e não tinham sentido algum, apesar de sua profundidade. eu estava fútil e decepcionada correndo a passos lentos. o céu estava claro demais e os sons incômodos e presentes demais. já estava longe o suficiente para entrar em outra freqüência e poder me sentir bem. mas não parei. quis pensar em dar a meia volta e voltar para onde eu poderia ouvir palavras ruins em frases quebradas e que me seriam comuns, mas me lancei a um novo destino igual. rostos me fitavam como se me reconhecessem mas eu não os via o suficiente para querer lembrar deles. meus pés doíam mas eu me impelia a seguir mais em frente, sentia frio e minha pele estava congelada de baixo do céu azul marinho e dos raios solares. era tudo falso demais para eu considerar real, era postiço. era um sonho de verdade, e eu não acordaria dele. minha mente girava num turbilhão, não havia paz em mim. O mundo havia se tornado um caos a minha volta. tudo era ignorado, explícito e implícito demais para eu tentar compreender. gritos surdos eram lançados a mim e eu não os descobria, não os via chegando a mim. me perdia e me encontrava sem noção, sentia e era fria num segundo. tentava me esquecer e não saiam mais palavras inspiradas por tua causa. Era tudo ilusão.

Wednesday, 10 February 2010

um dia eu volto, talvez talvez

ela assistia o show de horrores passar diante de seus olhos mantendo-se impassível. engolia as lágrimas com uma frieza anormal e deixava o calor dos abraços a muito distantes para outro dia. fitava o vento e sentia assombro, sentia a amargura correndo pura por suas veias, sentia os pedaços fragmentados de um coração lhe corroerem o peito. suas mãos tremiam, seus olhos ardiam, a maquiagem estava borrada. mas por fora, o seu sorriso era o mesmo. Impassível, imutável, indescritível. foi gritar e criar cultura em outro lugar, foi alugar vida melhor para a morte, foi se emudecer em discussões. foi ignorada pelo céu, saiu intacta e despedaçada. "e por favor, acredite quando digo que te amo", os pensamentos circundavam sua mente e a inundavam de pavor. as lágrimas agora transbordavam, as palavras saiam em um jato e as sombras a respondiam. corria para longe, mas não se atrevia a sair do lugar. seu coração doía mais que tudo e a dor igual ao calor ardente em suas veias, era ignorado por pura repugnância. O tempo não cura nada, ele apenas desloca o incurável do centro das atenções.
ela ainda não chegou a essa parte. ela ainda esta vivendo no Outono, outrora.

Friday, 5 February 2010

Why do I care?

será que eu ainda me importo? será que eu ainda ligo para tudo? nunca mais eu soube. nunca mais quis me prender a isso. nunca mais pensei. minha mente se recusa, ou eu simplesmente me tornei insensível a tal ponto que os sentimentos não florecem mais. quem sabe meu coração hoje se recuse a se importar com os fatos. eu não sei. não busco saber. não busco me importar. não busco me esquecer nem me lembrar. eu ignoro. pra mim eu já sofri demais, por uma pessoa. um alguém insignificante não? então, porque certas vezes eu me pergunto se você realmente me amava?porque me pergunto se eu te amava mesmo? porque me pergunto se um dia teríamos sido algo ou se não tínhamos mesmo nascido um para o outro. porque certas coisas me lembram você, nem que por um segundo? porque eu ainda escrevo sobre isso, quando eu sinto, quando eu sei que já não ligo mais? porque eu me tornei tão fria para novos amores? por que, sim, quem já nadou contra a corrente sabe usar o vento a seu favor. quem já teve um coração partido se recusa a correr o risco de remendá-lo novamente. por que quem já chorou, sabe o gosto amargo da decepção;
às vezes, queria ser criança denovo. joelhos ralados se curam bem mais rápido que corações partidos. to: ninguém em comum; além de mim.


p.s.: sim, mais um sem sentido. mais um sem importância. mais um tão confuso quanto eu :*

Monday, 1 February 2010

smile;

sim, ontem eu me lembrei. ontem eu vi tudo que você deixou pra trás. ontem eu vi o quanto você está feliz, e vi o quanto eu fui cega. e não é somente por que você agora esta namorando, por que você me excluiu, por que não lembra mais meu nome ou porque nunca mais iremos nos encontrar. simplesmente eu vi. e não precisei deixar lágrimas secarem porque sequer ouve uma, quanto menos um mar delas. não houveram lágrimas, não houve desespero, não houveram soluços.
houve apenas raiva. fúria, ira, ódio. apenas isso, e nada mais. me veio a vontade de jogar palavras na sua cara e te fazer chorar; me veio a vontade de gritar tão alto que estoraria meus próprios tímpanos; me veio uma fúria crescente ao ver que nada importou e que eu fui perfeitamente estúpida e que de nada valeu o esforço. e eu soube que no último dia em que eu te vi, você não era mais o garoto que eu julgava lindo e engraçado, era mais um qualquer. mais um miserável. mais um e nada mais, nada além. e você nunca seria.
a raiva que me tomou não foi de total inocência, eu sei bem porque senti ódio. eu vi tudo que você disse a ela, e pude comparar com o que disse a mim. você dizia me amar, me provocava ciúme, me fazia brigar, me fazia sonhar, "sonhava comigo", me fazia chorar, me fazia rir e era tão inútil que eu pensei que fosse o ar que eu respirava. mas não era. era ainda menos que qualquer miserável, largado a soleiras de igrejas. você é um nada. que não significa nada, não é nada, não merece nada. simplesmente isso. é rídiculo. não merece uma palavra, uma lágrima, um sentimento qualquer, nem mesmo a ira que eu senti. não merece consideração.
mas mesmo assim, eu lhe considero um coitado e sinto pena de você. eu tenho dó. e eu não te odeio, devo esgotar minhas forças vitais com porcarias mais importantes. eu não te amo. eu não te detesto. eu somente te ignoro, e ignoro o fato da sua existência. você é poeira, partículas que voam ao vento.
é insignificante ao extremo.
sem mais

[to: ninguém mais ninguém menos do que aquele que todos conhecem, todos odeiam e eu dou razão a todos. você sabe que é para você, e espero que não se importe. porque eu simplesmente ignoro. e estas são as últimas palavras a você.
você morreu.]

e tem noites em que eu acordo de tanto rir;

Eu ia ficar uns dias sem postar epá. mas eu precisava colocar isso. DSUIHDSUISHDHSDIUSD. se trata de uma paixão, um vício completo. um vício que poucas pessoas entendem, mas é MEU vício e foda-se quem não o entende. o vício é rir. é humor de verdade, humor inteligente, humor ácido, crítico. é stand up, improvisação. é um vício que eu tenho a pouco tempo, sim admito, mas é. e eu quero compartilhar essas pérolas aqui. ao meu ver, realmente PÉROLAS. pra mim, aqui estão os melhores, ao meu ver. eu sei que tem muito mais, muitos que eu nem conheço, mas esses são os que eu realmente curto. são caras tipo o Danilo Gentili, Fábio Rabin, Oscar Filho, Rafinha Bastos, Rogério Morgado, Bruno Motta, Felipe Andreoli, Marco Luque, Marcus Melhem Leandro Hassum (do NNF), Marcelo Adnet, Dani Calabresa e muitos outros. haha. e ai vão elas, as pérolas de stand up comedy:
Danilo Gentili: "Aê, cê entro no Danilo hoje?" - Entrei, fiz até uma comunidade lá dentro! (...) Pô, 3.000 pessoas entraram no Danilo hoje, que orgulho! (Orkut)
Rafael Bastos
: Você liga a sua daqui a 30 anos, ela ainda vai tá funcionando e a Xuxa ainda vai tá fazendo programa pra criança. (Show de Lorotas, TV de Plasma)
Oscar Filho: Nooooooooossa! Eu tô aqui! ......agora eu vou pra lá. (Animais)
Fábio Rabin
: Foda-se, eu sou judeu! (...) Se não sabe dirigir carro, vai pilotar balão! (Padres)
Oscar Filho:
Fabiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaanaaaaaaa! (Fantasia)
NNF (Leandro Hassum): É melhor você parar de passar os amigos pra trás; vai ficar queimado na rodinha (Trocadilhos)
Fábio Rabin: Nossa! Eu ouvi um gritos... (AHHHHHHHHHHHHHH) Ah, adoro crianças. (Ínicio do show, garotinhas histéricas. haha)
Rafael Bastos: Tinha um cachorro lambendo meu saco! (Amigos)
Bruno Motta: Bom, então eu vou discontar 500 reais aqui por você ter transado com a minha namorada. Dai ele olhou pra mim e falou "mas eu não fiz isso". Ela tava ali. Você não comeu por que não quis! (Garçons)
Felipe Andreoli: É, ela gasta metade do teu sálario, vai pro casamento e no dia seguinte aparece igual! (Mulheres (?) )
Fábio Rabin: Ela fica dizendo "vai trabalha, vai trabalha", será que ela não percebe que eu não vou? (Mães)
Danilo Gentili: Quem já enfiou o garfo no c*? - Olha isso!! (Chata na platéia)
Rogério Morgado: Eu chego na academia, as pessoas olham pra mim e falam "deve ter vindo entregar o gás". Como? Com o bujão embaixo da camiseta?! (Não sei, ele foi no #etudoimproviso)
haha. eu curto, diudhsdsiuhsdisd. vendo os vídeos é melhor, mas foda-se!
e agora, a maior pérola *-* mesmo sem ser de stand up: Cadê os baixinhoooos?
HDSIUSDHSDISDUHSDIDHISD
beijinhos, :*