Wednesday, 28 April 2010

6 feet undergrond

Há uma memória dentro da minha cabeça ...
Parece que uma parte de mim está morta.
Eu deveria salvá-lo.. mas eu quero ver você se afogar ...
Não há nada que você possa dizer ou fazer ...
As palavras não significam nada quando seus lábios estão azuis.

Eu amo você... agora que você está a seis metros de profundidade.

Monday, 12 April 2010

Meu dom é ser sozinha

Estou com saudade de alguém, só não sei de quem.
sim, deveria tentar descobrir.
deveria perguntar a mim mesma como posso sentir sua falta sem saber quem você é.
mas tenho medo das respostas,
tenho medo da saudade que vira do que nunca foi.
Acima de tudo, tenho medo de descobrir você
e te descobrir não sendo meu.

Tuesday, 6 April 2010

Mal posso acreditar.

A falsidade rastejava a meu redor, pegajosa e perigosa. eu escorregava nela e me debatia no chão duro que me puxava para si. os olhos cheios de mágoas me fitavam de longe e mãos amigas estavam distantes demais para que eu as puxasse para mim. mal sabia se ainda haveria alguma ajuda ao fim de tudo. estava sentindo a ridicularidade pairar ao meu lado me encarando com os olhos em chamas e os lábios cerrados em linhas finas. independente do quanto eu apertasse meus olhos para não avistar as objeções, as imagens cercavam minha mente, mantidas fixadas em abstinência. podia ouvir suas vozes roucas e sombrias sussurrando em meus ouvidos tentando arrancar-me o que restou de minha razão. meus pés estavam presos pela neblina sombria que pairava acariciando meu rosto, mantendo-me ali imóvel. a raiva gotejava por meus olhos e atingia o chão como ácido abrindo crateras abismais. a incredularidade ria em meu olhar, tachando-me de louca tentando destruir a sanidade do impossível que passava por meus olhos. a visão tornava-se borrada e escura com o passar da respiração, da pulsação. mal podia manter-me desperta e tentando lutar. o ridículo puxou-me para si e ganhou a luta.

Thursday, 1 April 2010

Desistir? É. Ainda parece uma boa idéia. Pode ser que utilizando dela eu consiga secar as palavras que correm de meus olhos. Pode ser que seguindo as idéias que todos reprovariam, eu consiga reconstruir meu coração; quem sabe eu não consiga anestesiá-lo a ponto de não mais sentir. Nada. Nunca. Seria bom, seria ótimo, seria perfeito. Camuflar os sentimentos já esta se tornando impossível, já esta sendo um fardo maior do que era. É um peso que eu não agüento carregar, o mundo se tornou pequeno em comparação. Parece tão ridículo ter que me calar e fingir esquecer enquanto as palavras saltam loucamente de meus lábios. Pode parecer, mas não é. Assim eu evito que meu coração se expresse, eu evito que ele grite, que ele me envergonhe perante o nada. Perante a mim. Melhor deixar a noite se estender a minha frente do que ter que me cegar a luz do sol. O frio da noite me aquece, me queima por dentro. As palavras surdas no escuro anestesiam a dor. Com o sol é diferente, com o calor dos abraços apaixonados tudo dói mais. Não quero voltar a sentir. Preciso me prender na escuridão, no silêncio, longe dos olhares que julgam calculadamente. Não vou cair cada vez mais, mantenho preferência por não chegar ao fundo do poço. Minhas forças para a subida teriam se esgotado na queda.
Isso que escorrem por meus olhos? Chamam-se lágrimas. E você nunca as teve.

Sunday, 14 March 2010

Ela mantinha a cabeça baixa e os olhos fechados. o vento soprava ao lado das janelas trancafiadas do cubículo. suas mãos estavam tremulas, a respiração desesperada. haveria esperança para ela? haveria alguém a esperando quando emergisse do desespero? a vida se afastava dela, era tarde demais. o mundo estava longe, porém ela podia tocá-lo sem senti-lo. a voz falhava de acordo com as palavras e com as lágrimas que lhe corroíam o fôlego. um ultimo fragmento de luz do sol se debatia em seus olhos, guardados como lembrança. as luzes falhas dos postes que iluminavam a rua sombria piscavam, as folhas se debatiam com vida ao serem pisoteadas pela solidão chegando devastadora, não havia cor alguma lá. o preto e branco dominavam seu olhar, escureciam todas suas lembranças. os gritos passados ecoavam distantes pelas portas desertas das casas em pedaços. o fogo ardia a seu lado, mas não surtia efeito contra o frio, contra a dor devastadora que lhe congelava o peito. cerrava os olhos. as imagens lhe perturbavam a mente, esquadrinhavam os borrões em círculos paranóicos.as mãos levantavam-se lentas e mortiças para o lado do rosto, tentando tapar os ouvidos e conter as lágrimas. os lábios ressequidos produziam suspiros ao invés de gritos ensurdecedores. via por detrás das pálpebras cerradas um ponto de cor ser pisoteado até tornar-se um pingo de tinta. tomava-o nas mãos e chorava sobre ele, apagando a luz do sol com as lágrimas salgadas que lhe escorriam pelo rosto triste. a morte passara por ela mas recusara-se dar ao trabalho de carregar tal alma.

Deixe com que eles te esqueçam.

Monday, 8 March 2010

shut up, shut up. i won't hear you :*

Em um lugar MUITO distante, havia uma tartaruga em um dia quente de verão. E ela era chick e exigia um banho na hidromassagem. Conversou com seu cachorro e ele a colocou lá delicadamente. Foi ligada a hidro e lançada lá dentro. Ela, sendo muito inteligente, insistia em ter esperanças de haver uma hidro melhor e pulou no ralo; foi parar no esgoto e passou a lutar pela sobrevivência com as outras tartarugas.

Passaram a nadar pelo esgoto, e desembocaram no mar (todo esgoto vai pro mar, Nemo. Boa sorte *pulo de peixe, peixinho laranja gritando AHHHH ) encontrando lá outras tartas e indo para a ILHA DAS TARTAS e não da Páscoa, dã. Acreditando viverem felizes para sempre. *oooown*

Passados dias e noites em claro bolando planos elas elegeram uma rainha, uma tarta-mor, a Mimimi. Foi assim por um longo tempo até... o Nemo chegar. Lie. Até o dog dono bad que jogou ela na hidro resolveu visitá-las, encontrando assim a tarta imperatriz Mimimi. Porémporémporém, as tartas cat-vice não sabiam das origens da rainha Mor, e amarraram o Dog e disseram que iam jogá-lo em uma mini-fogueira. Onde esta o Chapolim para nos defender?! Oh! *gritos aterrorizados* Só que elas levaram tempo demais para levar até a micro fogueira sensoal e as mini-cordinhas são arrebentadas. O nosso dog friend consegue encontrar sua tarta, que lembra-se dele e o coroa Rei de uma Ilha ao lado, e chama a minha tarta (logo será citada) para morar lá. Os dois tornam-se milionários.

Iniciam-se as gravações de LOST, na Ilha Ao Lado da ILHA DAS TARTAS. *ooooo* e a querida tarta Mimimi é eleita, por votação democrática e sapek –q , a atriz principal. Ao chegarem os cineastas super limdos para gravarem a versão Lost-paia deles. Mas, a minha tarta e o dog resolvem matar os caras e fazer a versão LOST muito mais foda, a maneira deles. A tarta (Mor, a principal da história) torna-se milionária e o dog com a Minha tarta dão o golpe da barriga (?) e roubam todo o dinheiro dela. Fogem e se reencontram, acumulando mais e mais dinheiro para assim matarem o Dan Radclif e o Bill.

Mudaram-se para Hollywood e passaram a fazer um programa clandestino ensinando a furtar grana de tartas milionárias e matar gente perdida em uma ilha desconhecida. Yeah, yeah. (?) É aberto um cabaré bem lhouco, são mortos todos os caras ricos. Adivinha por quem? Não, se você disse Peter Pan errou. Se disse Edward Cullen errou. Se disse “eu tia” errou. D: dó. Foi a tarta mor que sofreu o golpe da barriga. Ela era expert em assinaturas, e colocava somente a ela no testamento deles.

Não, ela não parou por ai. Abriu um reality show com todas as tartas furtadas. Para ganhar audiência, elas pagam b***uete tipo a Tessália gente e fica mais rica porque todos vão querer participar e todos são roubados.E para jamais ser descoberta, se esconde por trás de cascos e usa o nome dos assassinados das ilhas.

(continua...)


Moral da história: Poodles matam :*



to: minha tarta sedução, Jéssica Martins ♥

Saturday, 20 February 2010

Precisei de você como do ar para respirar;

Ainda penso que a inspiração nunca mais vai me voltar. que nunca mais irei amar alguém, simplesmente pelo fato de um dia ter sido deixada. pelo fato de a chuva cair todo dia sobre meus olhos, e o sol ser tampado por nuvens escuras. E invisíveis. chego a sentir falta de amar você, simplesmente por ter algo de amor para falar. não te amo mais, não amo mais escrever sobre nós. não mais.
tudo passou a tanto tempo que chego a duvidar que um tinha tenha acontecido, que um dia tenhamos existido juntos. pode ser que assim eu esteja certa, pode ser que eu tenha sonhado e que esteja sonhando até hoje; lembrarei desse sonho ao acordar? acordarei um dia e verei que sonhei comigo e com um amor impossível? isso virá a acontecer um dia, eu espero. as frases de amor me inundam os olhos, as lembranças me inundam a mente mas minha inspiração não volta. minha vontade de querer não vem mais. somente o passado que me faz querer gritar alguma coisa, mas as palavras se perdem na ponta de minha língua. por puro orgulho e falta, falta de alguém aqui comigo.

Se eu te amar serei feliz, mas sofrerei. se eu não te amar serei feliz, mas morrerei. o passado ainda vem a tona, não conseguirei deixa-lo para trás nunca.

Friday, 12 February 2010

Hoje acordei em um lugar distante, em uma casa diferente, em um lugar diferente. Meus olhos pareciam mudar o sentido das coisas e as deturpava de uma forma indiferente. Os pensamentos comuns não me ocorreram, e vi que não tinha para onde correr nem para onde fugir. as pessoas estavam ocupadas demais em suas próprias vidas para perder seu tempo com a minha. A rua dava para a direção oposta da qual eu deveria ter seguido. Palavras soavam estranhas e não tinham sentido algum, apesar de sua profundidade. eu estava fútil e decepcionada correndo a passos lentos. o céu estava claro demais e os sons incômodos e presentes demais. já estava longe o suficiente para entrar em outra freqüência e poder me sentir bem. mas não parei. quis pensar em dar a meia volta e voltar para onde eu poderia ouvir palavras ruins em frases quebradas e que me seriam comuns, mas me lancei a um novo destino igual. rostos me fitavam como se me reconhecessem mas eu não os via o suficiente para querer lembrar deles. meus pés doíam mas eu me impelia a seguir mais em frente, sentia frio e minha pele estava congelada de baixo do céu azul marinho e dos raios solares. era tudo falso demais para eu considerar real, era postiço. era um sonho de verdade, e eu não acordaria dele. minha mente girava num turbilhão, não havia paz em mim. O mundo havia se tornado um caos a minha volta. tudo era ignorado, explícito e implícito demais para eu tentar compreender. gritos surdos eram lançados a mim e eu não os descobria, não os via chegando a mim. me perdia e me encontrava sem noção, sentia e era fria num segundo. tentava me esquecer e não saiam mais palavras inspiradas por tua causa. Era tudo ilusão.

Wednesday, 10 February 2010

um dia eu volto, talvez talvez

ela assistia o show de horrores passar diante de seus olhos mantendo-se impassível. engolia as lágrimas com uma frieza anormal e deixava o calor dos abraços a muito distantes para outro dia. fitava o vento e sentia assombro, sentia a amargura correndo pura por suas veias, sentia os pedaços fragmentados de um coração lhe corroerem o peito. suas mãos tremiam, seus olhos ardiam, a maquiagem estava borrada. mas por fora, o seu sorriso era o mesmo. Impassível, imutável, indescritível. foi gritar e criar cultura em outro lugar, foi alugar vida melhor para a morte, foi se emudecer em discussões. foi ignorada pelo céu, saiu intacta e despedaçada. "e por favor, acredite quando digo que te amo", os pensamentos circundavam sua mente e a inundavam de pavor. as lágrimas agora transbordavam, as palavras saiam em um jato e as sombras a respondiam. corria para longe, mas não se atrevia a sair do lugar. seu coração doía mais que tudo e a dor igual ao calor ardente em suas veias, era ignorado por pura repugnância. O tempo não cura nada, ele apenas desloca o incurável do centro das atenções.
ela ainda não chegou a essa parte. ela ainda esta vivendo no Outono, outrora.

Friday, 5 February 2010

Why do I care?

será que eu ainda me importo? será que eu ainda ligo para tudo? nunca mais eu soube. nunca mais quis me prender a isso. nunca mais pensei. minha mente se recusa, ou eu simplesmente me tornei insensível a tal ponto que os sentimentos não florecem mais. quem sabe meu coração hoje se recuse a se importar com os fatos. eu não sei. não busco saber. não busco me importar. não busco me esquecer nem me lembrar. eu ignoro. pra mim eu já sofri demais, por uma pessoa. um alguém insignificante não? então, porque certas vezes eu me pergunto se você realmente me amava?porque me pergunto se eu te amava mesmo? porque me pergunto se um dia teríamos sido algo ou se não tínhamos mesmo nascido um para o outro. porque certas coisas me lembram você, nem que por um segundo? porque eu ainda escrevo sobre isso, quando eu sinto, quando eu sei que já não ligo mais? porque eu me tornei tão fria para novos amores? por que, sim, quem já nadou contra a corrente sabe usar o vento a seu favor. quem já teve um coração partido se recusa a correr o risco de remendá-lo novamente. por que quem já chorou, sabe o gosto amargo da decepção;
às vezes, queria ser criança denovo. joelhos ralados se curam bem mais rápido que corações partidos. to: ninguém em comum; além de mim.


p.s.: sim, mais um sem sentido. mais um sem importância. mais um tão confuso quanto eu :*

Monday, 1 February 2010

smile;

sim, ontem eu me lembrei. ontem eu vi tudo que você deixou pra trás. ontem eu vi o quanto você está feliz, e vi o quanto eu fui cega. e não é somente por que você agora esta namorando, por que você me excluiu, por que não lembra mais meu nome ou porque nunca mais iremos nos encontrar. simplesmente eu vi. e não precisei deixar lágrimas secarem porque sequer ouve uma, quanto menos um mar delas. não houveram lágrimas, não houve desespero, não houveram soluços.
houve apenas raiva. fúria, ira, ódio. apenas isso, e nada mais. me veio a vontade de jogar palavras na sua cara e te fazer chorar; me veio a vontade de gritar tão alto que estoraria meus próprios tímpanos; me veio uma fúria crescente ao ver que nada importou e que eu fui perfeitamente estúpida e que de nada valeu o esforço. e eu soube que no último dia em que eu te vi, você não era mais o garoto que eu julgava lindo e engraçado, era mais um qualquer. mais um miserável. mais um e nada mais, nada além. e você nunca seria.
a raiva que me tomou não foi de total inocência, eu sei bem porque senti ódio. eu vi tudo que você disse a ela, e pude comparar com o que disse a mim. você dizia me amar, me provocava ciúme, me fazia brigar, me fazia sonhar, "sonhava comigo", me fazia chorar, me fazia rir e era tão inútil que eu pensei que fosse o ar que eu respirava. mas não era. era ainda menos que qualquer miserável, largado a soleiras de igrejas. você é um nada. que não significa nada, não é nada, não merece nada. simplesmente isso. é rídiculo. não merece uma palavra, uma lágrima, um sentimento qualquer, nem mesmo a ira que eu senti. não merece consideração.
mas mesmo assim, eu lhe considero um coitado e sinto pena de você. eu tenho dó. e eu não te odeio, devo esgotar minhas forças vitais com porcarias mais importantes. eu não te amo. eu não te detesto. eu somente te ignoro, e ignoro o fato da sua existência. você é poeira, partículas que voam ao vento.
é insignificante ao extremo.
sem mais

[to: ninguém mais ninguém menos do que aquele que todos conhecem, todos odeiam e eu dou razão a todos. você sabe que é para você, e espero que não se importe. porque eu simplesmente ignoro. e estas são as últimas palavras a você.
você morreu.]

e tem noites em que eu acordo de tanto rir;

Eu ia ficar uns dias sem postar epá. mas eu precisava colocar isso. DSUIHDSUISHDHSDIUSD. se trata de uma paixão, um vício completo. um vício que poucas pessoas entendem, mas é MEU vício e foda-se quem não o entende. o vício é rir. é humor de verdade, humor inteligente, humor ácido, crítico. é stand up, improvisação. é um vício que eu tenho a pouco tempo, sim admito, mas é. e eu quero compartilhar essas pérolas aqui. ao meu ver, realmente PÉROLAS. pra mim, aqui estão os melhores, ao meu ver. eu sei que tem muito mais, muitos que eu nem conheço, mas esses são os que eu realmente curto. são caras tipo o Danilo Gentili, Fábio Rabin, Oscar Filho, Rafinha Bastos, Rogério Morgado, Bruno Motta, Felipe Andreoli, Marco Luque, Marcus Melhem Leandro Hassum (do NNF), Marcelo Adnet, Dani Calabresa e muitos outros. haha. e ai vão elas, as pérolas de stand up comedy:
Danilo Gentili: "Aê, cê entro no Danilo hoje?" - Entrei, fiz até uma comunidade lá dentro! (...) Pô, 3.000 pessoas entraram no Danilo hoje, que orgulho! (Orkut)
Rafael Bastos
: Você liga a sua daqui a 30 anos, ela ainda vai tá funcionando e a Xuxa ainda vai tá fazendo programa pra criança. (Show de Lorotas, TV de Plasma)
Oscar Filho: Nooooooooossa! Eu tô aqui! ......agora eu vou pra lá. (Animais)
Fábio Rabin
: Foda-se, eu sou judeu! (...) Se não sabe dirigir carro, vai pilotar balão! (Padres)
Oscar Filho:
Fabiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaanaaaaaaa! (Fantasia)
NNF (Leandro Hassum): É melhor você parar de passar os amigos pra trás; vai ficar queimado na rodinha (Trocadilhos)
Fábio Rabin: Nossa! Eu ouvi um gritos... (AHHHHHHHHHHHHHH) Ah, adoro crianças. (Ínicio do show, garotinhas histéricas. haha)
Rafael Bastos: Tinha um cachorro lambendo meu saco! (Amigos)
Bruno Motta: Bom, então eu vou discontar 500 reais aqui por você ter transado com a minha namorada. Dai ele olhou pra mim e falou "mas eu não fiz isso". Ela tava ali. Você não comeu por que não quis! (Garçons)
Felipe Andreoli: É, ela gasta metade do teu sálario, vai pro casamento e no dia seguinte aparece igual! (Mulheres (?) )
Fábio Rabin: Ela fica dizendo "vai trabalha, vai trabalha", será que ela não percebe que eu não vou? (Mães)
Danilo Gentili: Quem já enfiou o garfo no c*? - Olha isso!! (Chata na platéia)
Rogério Morgado: Eu chego na academia, as pessoas olham pra mim e falam "deve ter vindo entregar o gás". Como? Com o bujão embaixo da camiseta?! (Não sei, ele foi no #etudoimproviso)
haha. eu curto, diudhsdsiuhsdisd. vendo os vídeos é melhor, mas foda-se!
e agora, a maior pérola *-* mesmo sem ser de stand up: Cadê os baixinhoooos?
HDSIUSDHSDISDUHSDIDHISD
beijinhos, :*

Sunday, 31 January 2010

eu tenho a vida inteira

Sinto falta das teclas de um computador. os textos aqui ficam ficam muito pequenos. mas realmente não importa. só queria dizer dizer que realmente queria que tudo desse certo. e que eu parasse de dizer realmente e jogar casas suíças de bonecas escadarias abaixo. queria que tudo passasse a dar certo e o tempo parasse de me cobrar. queria que alguém que se importasse para eu poder chorar, seguir os planos iniciais à risca. queria queos desejos para cílios se realizassem, a visão borrada cessace e que eu pudesse deixar o mundo perfeito. que os comentários no meu log aparecessem, que a carinha triste feita de lágrimas não secasse, e que meus sonhos fizessem sentido. que eu aprendesse logo a cozinhar e tocar violão, parasse de fazer textos longos e fizesse meus sonhos pararem de ser só isso; nada mais que sonhos. queria que quem eu quero estivesse aqui e também me quisesse lá. queria nunca querer fumar cigarro com gosto, enjoar e fumar Malboro. queria não querer fumar. queria ser bonita e ter alguém comigo, alguém meu. queria descobrir como cabe tanto milho em um pote tão pequeno e como cabe tanta maldade num globo tão sujo. queria não ter perdido meu cílio que tava aqui na folha, já que eu dei um espaço no "Malboro" para não tira-lo dali. queria ter tido mais aniversários. queria ir logo embora daqui. queria deixar de desenvolver perda de memória recente e lembrar o que ia dizer. e sinceramente, queria ter uma letra bonita. queria que o para sempre existisse. queria uma vida interessante e amigos de verdade. queria nunca ter tido o hábito de roer as unhas. queria um abraço apertado e aconchegante em uma chuva que me ensopasse os cabelos e encarcasse as roupas. queria nunca ter guardado palavras e chorado de desespero. queria não ter sentido ódio por uma estupidez insensata, por um passado postiço. queria não fazer um texto bibliográfico. queria ter dois ''eles'' (L) no nome, mesmo me chamando Bárbara, ou que meu nome ficasse bem com o sobrenome. queria não ter esperado tantas letras, tantas palavras, tantas vírgulas, tantas linhas para me desculpar por encher a porra do saco com esses textos gigantes e intediantes. queria não ter desperdiçado meu tempo e o seu listando mais sonhos talvez inúteis.
queria que as palavras regadas de lágrimas fizessem sentido depois.


30/01 02:07AM Uma mesa de madeira, uma caneta, um caderno.

histórias, nossa histórias

são nove e meia, oito horas. no computador são 08:11am, e no blog serão 17/18PM. outro fato: o computador paralisou no mesmo dia. He drives me crazy, haha. e eu queria postar as 22:00 para dar honra ao nome, mas não consegui. essa idéia me veio forte demais, no momento em que eu li "desde 2007, ao para sempre..." e me lembrei de uma pessoa, de um momento, de uma lágrima, de uma gargalhada, de uma briga, de uma sala de aula, de um bilhetinho, de uma cama elástica, de um sofá de enfermaria, de amigos antigos, de um momento de desespero, de uma sensação de perda, de saudade, de um plano bobo, de uma música, de uma paixão, de um beijo, de um abraço, de uma festa,de um rosto banhado de lágrimas, de uma ligação, de um print, de uma conversa, de uma confidência, de um filme, de um beliscão, de uma troca de roupas, de um vídeo que agente nunca colocou no youtube por que a amizade não permitiu, de uma garota invejosa, de pessoas neutras, de deboches, de risos sarcásticos, de chicletes em cabelos longos e loiros, de acusasões, de um celular, de uma decepção, de evocar uma Loira do banheiro, de uma aula de Jazz, de um palco cheio, de uma dança, de um adeus, de um reencontro, de um pedido de desculpas, de distância, de uma festa surpresa que nunca aconteceu, de um ônibus escolar e a brincadeira da toca, de gostar dos olhos verdes do teu primo, de disputar o mesmo menino que hoje é só amigo, de um cobertor com pintinhas pretas na manhã fria do colégio, de segredos, de contar histórias pra um diário esquecido, de chorar nas escadas do Portal, de uma foto roubada, de uma mentira, de uma verdade, de me apresentar o pagode do Revelação, de uma amiga, de uma irmã, de uma parte importante minha, de uma amizade que eu sentirei falta pra sempre, que eu nunca conseguirei tentar esquecer, de uma xará, de uma garota com o nome igual ao meu, de cabelos parecidos com os meus. de um grupo formado por seis garotas, que hoje, não se vêem mais. ao ver o ano 2007 lembrei de uma guria baixinha, de cabelos cor de mel ondulados e olhos castanhos puxados pro verde. lembrei de tantas risadas e lagrimas, da nossa música #fail de espanhol, das vezes que você veio na minha casa e de quando eu fui na sua. lembrei de quando você me disse, quando agente tava fazendo o nosso trabalho de história, e que eu tenho uma marquinha verde na minha bermuda até hoje!, eu lembrei que você me disse "eu nunca vou me esquecer desse dia Babi" "por que?" "porque agente só ficou rindo''. mas nosso trabalho deu certo. a amizade que talvez nem tanto. a amizade que alguém roubou, alguém perdeu e eu não consegui recuperar por completo. a amizade que é minha, e que eu não vou deixar pra trás. Lembrei de você, Bá. lembrei da vontade que ainda me dá de chorar quando eu lembro que amizade é cristal, que a confiança foi abalada e talvez agente nunca mais confie de olhos fechados na outra. e as vezes, eu me esqueço do porque. as vezes, eu queria correr pros teus braços e chorar,e dizer "eu te amo, IRMÃ". mas eu não corro, eu não choro, eu não comprimento algumas vezes, eu não te abraço, eu não apareço de surpresa na tua casa e eu me arrependo disso. eu me arrependo de tudo que um dia aconteceu, mas não me arrependo, realmente, de não deixar esse nosso passado para trás. não me arrependo de estar chorando aqui agora, ao lembrar de tudo e ao querer mais uma vez correr e chorar pra você, e mais uma vez não o fazer. não me arrependo de toda nossa amizade, e até de nossas brigas. eu e você somos indestrutíveis, essa amizade é indestrutível, e já tivemos provas suficientes disso.
apesar do tempo, apesar dos anos, apesar de toda a briga e a desconfiança presente, eu te amo.
você é uma melhor amiga, até hoje. depois de tudo, apesar de tudo agente ainda vai contar histórias, nossas histórias pros nossos netos e filhos. ainda vamos falar "mais um ano/mais cinco anos/ mais dez anos/ mais uma vida" e vamos chorar de saudade e ver, que apesar do tempo e das brigas que vierão e as que, Deus queira que não, inevitavelmente talvez venham, ainda estaremos uma ao lado da outra. e você ainda será minha irmã por opção, ainda será minha gêmea/gêmula (sim, eu lembro. você não, mas eu lembro), ainda seremos Duplamente Bárbara (outra vez, eu lembro) e ainda estaremos de mãos dadas, chorando para a outra.
Isso tudo vai para ninguém menos que uma das pessoas mais importantes na minha vida: Bárbara Ribeiro Maccarini. Eu sinto a sua falta. Eu sinto falta da nossa amizade. Eu sinto falta do SEU te amo.
E eu te amo demais, demais, demais. [desde sempre, para sempre ]

Saturday, 30 January 2010

platônico, incondicional

Podia ver minhas mãos tremendo e meus olhos adendo, se avermelhando. Meu coração estava num disparate, minhas pernas estavam bambas e o vento ricocheteava meus cabelos, que voavam loucamente para cima – como se algo lá os chamasse. Havia milhões de vozes histéricas e ansiosas gritando em meus ouvidos. Eu via e sentia diversos papéis e notas diversas voando ao meu lado. A realidade estava prestes a me atingir e eu não me importava. Nada me importava. Eu estava para acordar e deixar os problemas para trás de mim por alguns segundos. Se o mundo fosse desabar nesse momento eu pediria para o caos esperar, ou simplesmente, o ignoraria. Assim como estava ignorando o caos já formado; aquela loucura a minha volta que parecia irreal. Então, num segundo imensurável minha respiração sumiu. Tive que recuperar o fôlego e conter as lágrimas. Não pude agüentar por muito tempo; tudo aconteceu rápido demais e me senti oscilar. Mas não podia desmaiar, não agora; Precisava estar lúcida nesse momento; por que algo me apareceu: Um anjo. O anjo. O meu anjo. tudo que estava em minha fosca linha de visão, era tudo que eu via. E sem perceber corri atropelando aquela multidão e me joguei em seus braços, que, por uma dádiva, corresponderam meu abraço e senti que já poderiam vir me buscar. Porque a felicidade plena já estava completa e o me sonho realizado. O mundo já girava normalmente, tudo estava colorido e eu já podia respirar outra vez com alguma normalidade.
E isso não passa da minha imaginação.

[to: Elidio Augusto Sanna, eu te amo]